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GOVERNOPAULISTA IRÁ À JUSTIÇA SE ANVISA BARRAR CORONAVAC

O governo de São Paulo já tem um plano B para o caso de a Anvisa barrar ou simplesmente não avaliar a liberação da vacina CoronaVac até domingo (17.jan.2021). A avaliação é de que seria possível conseguir uma decisão judicial que permita começar a vacinação.

Frasco da CoronaVac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Frasco da CoronaVac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac

Nesse cenário, as primeiras doses podem ser aplicadas já na próxima semana. A data inicial prevista é 25 de janeiro.

Anvisa informou nesta 3ª feira (12.jan) que deve fazer a análise tanto da vacina de origem chinesa comprada e produzida pelo governo paulista, quanto da que é feita em parceria pela Universidade de Oxford e AstraZeneca e que deve ser manufaturada no Brasil pela Fiocruz.

O Butantan tem um estoque de 10,8 milhões de doses do imunizante, sendo 6 milhões para uso imediato. Há capacidade de produzir mais 1 milhão por dia com insumos importados que chegarão em até 15 dias.

Foram encomendadas da China 49,2 milhões de doses. Mas também podem vir como insumo para produção no Brasil. Em até 15 dias chegará o próximo carregamento.

Plano de vacinação

O Estado de São Paulo foi o primeiro a fechar compra de vacinas, logo no início da pandemia. O plano de vacinação estadual, inclusive, foi apresentado antes do federal, em dezembro. Até o momento, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ainda não informou como será o processo em nível nacional.

Dessa forma, o estado só cederá o estoque ao governo federal se houver um plano nacional de vacinação claro. A decisão já está tomada na cúpula do governo.

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